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Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto apresentam Suíte Masai, álbum que marca o encontro entre o rap e a música erudita

Escrito por Marcelo em . Postado em Músicas

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto apresentam Suíte Masai, álbum que marca o encontro entre o rap e a música erudita

Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto brindam fãs e recém-chegados com conexões preciosas entre o erudito e o popular, música negra e europeia, sonoridades africanas, brasileiras e caribenhas. Em uma jornada musical que parte da periferia de Belo Horizonte, desbrava as ancestralidades do Quênia e regressa com orquestração impecável, assinada por Marcelo Ramos e regida por Rodrigo Toffolo.

“Os guerreiros mais fortes da tribo não são escolhidos de maneira violenta, mas sim entre aqueles que saltam mais alto.” Esta foi apenas uma das descobertas de Flávio Renegado durante suas pesquisas sobre a nação tribal Masai, que ocupa boa parte do território do Quênia. E estas buscas sobre ancestralidades, vivências e aprendizados do continente-mãe que inspiraram Flávio Renegado a se unir à Orquestra Ouro Preto na produção de Suíte Masai, o quarto álbum do artista mineiro, que chegou este mês nas plataformas digitais.

Assim como os lideres Masai, o salto de Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto não foi pequeno. A gravação de Suíte Massai reuniu 35 músicos, entre componentes da banda do rapper e membros da orquestra. Além de dezenas de profissionais envolvidos na produção do espetáculo realizado em 04 de agosto de 2018, na comunidade na comunidade do Alto Vera Cruz, onde Renegado nasceu e hoje mantém seu projeto social Arebeldia, em Belo Horizonte.

Acostumado a navegar por diferentes sonoridades, o inquieto Flávio Renegado enxerga com naturalidade a parceria inédita com uma orquestra. “A troca das batidas eletrônicas por uma orquestra foi um caminho natural para minha música. Do rap ao rock, passando pelo eletrônico, já toco há muito tempo com uma banda. E agora vejo a conexão com a música erudita como um ponto alto de uma trajetória. Especialmente com uma orquestra como a Ouro Preto. Foi muito especial encontrar um grupo de músicos eruditos dispostos a colaborar com a musica popular de maneira aberta, generosa e verdadeira”.

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