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GOG responde ao Correio Braziliense sobre matéria denúncia de superfaturamento de cachê: A farra dos cachês na gestão Agnelo Queiroz

Escrito por Marcelo em . Postado em Informativo

GogO rapper GOG usou sua conta no Facebook para esclarecer questões envolvendo seu nome em matéria, publicada no Correio Braziliense, sobre denúncia de superfaturamento de cachê: A farra dos cachês na gestão Agnelo Queiroz.

Segundo o rapper:

“Na última sexta-feira, 30 de janeiro de 2015, o Jornal Correio Braziliense publicou uma matéria intitulada “A farra dos cachês na gestão Agnelo Queiroz”, envolvendo o meu nome em uma denúncia de superfaturamento de cachê. Segundo a matéria eu recebi, por apenas um show, no ano de 2011, o valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais).

O texto me causou, para dizer o mínimo, grande estranheza e indignação. A primeira pergunta que surge é: por que o CB publica informações sem averiguação? Toda a documentação relacionada ao meu histórico de apresentações na Secretaria de Cultura pode ser facilmente acessado naquele órgão, de forma que a apuração seria muito simples, não apenas para jornalistas. Uma apuração mínima iria condizer com os princípio da ética e evitaria a mega-exposição negativa do meu nome e imagem, que não cometi nenhuma irregularidade!

Jamais recebi cem mil reais por uma apresentação, nem na Secretaria de Cultura e nem de qualquer outro contratante. Até gostaria de receber, desde que de forma lícita, penso que todo profissional partilha dessa vontade.
Conforme consta na descrição da nota de empenho, que compartilho abaixo, foram realizadas 8 (OITO) apresentações musicais em escolas públicas do Distrito Federal, no valor total de cem mil. Ou seja, o valor unitário verdadeiro foi de R$12.500,00 (Doze mil e quinhentos reais). E eu, responsável pela contratação das estruturas de som, pessoal, logística, alimentação e pagamento de impostos, ofereci ainda, em todas as escolas em questão, uma palestra de uma hora, colocando temas como juventude, violência e combate às drogas. Escolas estas onde o Estado muitas vezes não consegue chegar antes da tragédia, antes do crime e o CB para noticiá-las.

No processo certamente constam, ainda, relatórios com textos, fotos e declarações dos diretores e responsáveis pela nossa recepção nas escolas, comprovando a execução do que foi contratado.

A primeira conclusão que se pode chegar é que, uma vez que o meu teto de cachê na Secult é de R$20.000,00(vinte mil reais), o valor de R$12.500,00 (Doze mil e quinhentos reais) está abaixo do que eu teria direito como recebimento.

Sou um prestador de serviços artísticos, na condição de cantor, poeta, apresentador, palestrante, e os meus contratantes são dos setores público e privado, ou seja, trabalho, legalmente, para quem me contrata. Sobre a oscilação no valor dos cachês, para cima ou para baixo, não há nada mais natural para o artista e sua produção, do que o direito a cobrar pelas apresentações com base no perfil do evento, do público, no formato de apresentação e até mesmo por se solidarizar mais com determinados projetos do que com outros, reduzindo preços quando achar por bem fazê-lo. Por fim, o teto para o meu cachê na Secretaria de Cultura foi estabelecido obedecendo uma série de condições que levam a uma determinada pontuação, critérios determinados pela própria Secretaria, nos quais comprovadamente eu me encaixo. Só para constar: consagração artística na mídia, em Brasília e no Brasil, tempo de carreira etc, lembrando que tenho trinta anos de carreira e um clipping considerável nos principais veículos nacionais.
E, assim, sigo sem compreender a imperícia de tão conceituado veículo de comunicação, ao tratar desta maneira um artista da cidade, filho dela, que se dedica todos os dias pela melhoria das nossas condições de vida social, cultural, política e que sempre que solicitado, esteve á disposição. Me pergunto, ainda, por que não entram em defesa da desburocratização das contratações artísticas ou por que não levantaram meu nome como um dos artistas da cidade que tem cachês pendentes de recebimento, ainda do ano de 2014, como outros tantos. Isso ajudaria bastante nesse momento de incertezas sobre as dívidas ainda pendentes, em vez de expor negativamente a minha imagem, a partir de fatos não apurados.
Resta-me, agradecer a solidariedade de grande parte da comunidade artística do DF e do Brasil, da minha assessoria e de amigos e amigas, e dizer que a MÍDIA não pode fazer ao seu bel prazer, “A farra dos Clichês!”

Com o carinho e respeito de sempre,
GOG

Fonte: Gog Rep Nacional

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